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	<title>Cinelog</title>
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	<description>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e crítico de cinema, filmes nacionais e estrangeiros, dvds, blu-ray, hd-dvd, entretenimento, cults, preview, estréias, cinematografia.</description>
	<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 23:57:31 +0000</pubDate>
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		<title>Zumbis da Espanha comem a câmera de novo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 18:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>Cinema</category>

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		<description><![CDATA[
O primeiro &#8220;REC&#8221; começava como não querendo muito. Jornalista de TV seguia bombeiros numa chamada de emergência num hospital, e terminava virando picadinho de zumbis. Isso mesmo: médicos e doentes contaminados viravam babões e comiam de tudo, até a câmera do cinegrafista. Mas o filme tinha uma atmosfera asfixiante e passava uma sensação de desamparo que esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/rec22.jpg" /></p>
<p>O primeiro &#8220;REC&#8221; começava como não querendo muito. Jornalista de TV seguia bombeiros numa chamada de emergência num hospital, e terminava virando picadinho de zumbis. Isso mesmo: médicos e doentes contaminados viravam babões e comiam de tudo, até a câmera do cinegrafista. Mas o filme tinha uma atmosfera asfixiante e passava uma sensação de desamparo que esse segundo &#8220;REC&#8221; agora reproduz com eficiência ainda maior.<br />
É impressionante como esses espanhóis Jaume Balagueró e Paco Plaza colocam os americanos no chinelo mesmo numa repetição.  <br />
Ou melhor, numa derivação, já que esse &#8220;REC 2&#8243; é obra de diretores inquietos demais para servir a paella com o mesmo tempero.</p>
<p>Clique <a title="Rec 2" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1730" target="_blank">aqui</a> para ler a sequência.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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		<title>As Dicas de DVDs da semana – Edição 108</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:32:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>DVD</category>

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		<description><![CDATA[
Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (Imagem Filmes)
Esse suspense investigativo, baseando no primeiro livro da trilogia best-seller de Stieg Larsson, tem uma feitura convencional (foi rodado originalmente como minissérie para a TV sueca), mas a trama que trata de hipocrisia, sexo e devassidão é uma maravilha. Ninguém é inocente, nem o herói jornalista Mikael [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/dvd1081.jpg" /></p>
<p><strong>Os Homens Que Não Amavam as Mulheres</strong> (Imagem Filmes)<br />
Esse suspense investigativo, baseando no primeiro livro da trilogia best-seller de Stieg Larsson, tem uma feitura convencional (foi rodado originalmente como minissérie para a TV sueca), mas a trama que trata de hipocrisia, sexo e devassidão é uma maravilha. Ninguém é inocente, nem o herói jornalista Mikael Blomkvist, que começa a história amarrado num escândalo de corrupção, e nem a jovem hacker Lisbeth Salander, que fatura uns trocos descobrindo os podres da classe empresarial de Estocolmo. Mikael quer recuperar o nome que está na lama, e aceita investigar o caso do desaparecimento da herdeira de uma proeminente família sueca. Mas acaba caindo num antro de cobras, tem dondoca ninfomaníaca na família, velhinho nazista, tio estuprador, pai movido por desejos incestuosos  e, é claro, qualquer um deles pode ainda ser um serial-killer.<br />
E Mikael só pode contar com a ajuda, da mocinha hacker, que, vejam só, estava sendo paga para espionar ele.<br />
O filme trata das diferentes atitudes do jornalista e da hacker em relação corrupção, riqueza e sexo e a atmosfera é de total descrença com o mundo. Sim, há mais violência escondida na sociedade aparentemente perfeita e pacífica que a Suécia transmite do que imaginamos.<br />
O clima de suspense é gradativo, as coisas acontecem de uma forma bem mais vagarosa que vemos nos thrillers americanos, mas o efeito cumulativo é forte e não fica nas insinuações. Quando as verdades aparecem, elas são desnudadas sem meias tintas.<br />
Em Hollywood já estão armando a refilmagem com Daniel Craig vivendo o papel do jornalista Mikael Blomkvist. Difícil imaginar um filme americano tratando de sodomia, incestos e outras taras com igual desprendimento como vemos aqui. Vale conferir.</p>
<p>Clique <a title="Dicas 108" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1728" target="_blank">aqui </a>para ver mais dicas de lançamentos em DVD que estão chegando às videolocadoras esta semana.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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		<title>Gafanhoto luminoso de Shyamalan é exagerado, mas coerente</title>
		<link>http://www.cinelog.com.br/?p=1725</link>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 00:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>Cinema</category>

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		<description><![CDATA[
Todo mundo tá batendo neste &#8220;O Último Mestre do Ar&#8221; de M. Night Shyamalan, e tenho que admitir que fui assisti-lo com o pé atrás. Mas sai do cinema admirando o cara, porque o filme não é essa vergonha altamente propagada. Shyamalan experimenta coisas novas aqui: a própria noção do prazer da aventura é etérea, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/mestrear1.jpg" /></p>
<p>Todo mundo tá batendo neste &#8220;O Último Mestre do Ar&#8221; de M. Night Shyamalan, e tenho que admitir que fui assisti-lo com o pé atrás. Mas sai do cinema admirando o cara, porque o filme não é essa vergonha altamente propagada. Shyamalan experimenta coisas novas aqui: a própria noção do prazer da aventura é etérea, como um delírio prestes a se desmanchar no deserto. A ação gera uma série de sensações contraditórias: é uma aventura com um subtexto pacifista, mas não há um minuto sem embates bélicos, fala-se em preservar o ambiente, e os heróis vão destruindo tudo em volta. Quando o gafanhoto luminoso do título fica bravo não sobra um palito em pé.<br />
É contraditório, mas tá bem dentro do espírito irremediável de autodestruição humana como já conhecemos.<br />
Talvez a fragilidade do filme esteja na falta do humor. É muito solene e a produção à certa altura fica tão grande que Shyamalan não consegue manter a energia.<br />
Mas o tema central do cinema do realizador de “O Sexto Sentido” e de “A Vila” está lá. Sim, em qualquer que seja o mundo, real, fantástico ou alternativo, há sempre uma dificuldade de acreditar dos personagens de Shyamalan. E não estou falando deste papo de fé de manual de auto-ajuda.</p>
<p>Clique <a title="Mestre do ar" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1726" target="_blank">aqui</a> para ler a sequência.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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		<title>As Dicas de DVDs da Semana – Edição 107</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 02:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>DVD</category>

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Zona Verde (Universal)
Se em “Guerra ao Terror” Kathryn Bigelow dizia que a Guerra era uma droga, neste “Zona Verde” o diretor Paul Greengrass comprova que a Guerra é uma zona! O herói da ação, o subtenente Roy Miller (Matt Damon), parece um peão desorientado diante da missão de realmente encontrar as tais armas de destruição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/dvd1071.jpg" /></p>
<p><strong>Zona Verde</strong> (Universal)<br />
Se em “Guerra ao Terror” Kathryn Bigelow dizia que a Guerra era uma droga, neste “Zona Verde” o diretor Paul Greengrass comprova que a Guerra é uma zona! O herói da ação, o subtenente Roy Miller (Matt Damon), parece um peão desorientado diante da missão de realmente encontrar as tais armas de destruição de massa que justificaram a invasão norte-americana no Iraque.<br />
E ele parte com um pelotão para o front com a mais alta tecnologia, visores infra-vermelhos, helicópteros com rastreadores via-satélite que encontram até o focinho de um rato saindo do bueiro, mas nada disso adianta. Frente ao jogo de interesses do governo norte-americano, as informações do serviço de inteligência são confusas, desencontradas.<br />
Aliás, as informações dos serviços secretos conduzem Damon a situações no mínimo bizarras, incluindo a invasão de uma fábrica de privadas!<br />
Dá pra ser feliz numa guerra quando o aliado parece mais perigoso do que o inimigo?<br />
O filme é um minucioso trabalho de investigação, nomeadamente através dos relatos e análises de alguns jornalistas americanos que estiveram no terreno, primeiro testemunhando a queda de Saddam, depois dando conta da construção de um perímetro de segurança em Bagdá, a célebre Green Zone (Zona Verde) onde os EUA instalaram as chefias das suas estruturas políticas e militares.<br />
Não é um thriller de ação, frustra quem busca isso. Greengrass está de olho em outra coisa. Sem complacências, ele foca a alta cúpula política norte-americana se bronzeando na piscina de um hotel cinco estrelas de Bagdá, enquanto as pessoas se matam nas ruas.<br />
Em princípio essa imagem pode até soar como chavão, mas ela gera um efeito cumulativo de contrastes que vão aumentando durante a trama. Até vermos o calor animal dos cidadãos de Bagdá se lançando em nossa direção, não como inimigos, mas como uma consciência rejeitando qualquer autoridade ou controle.<br />
Dados como esse deviam mudar o mundo, não?<br />
Deviam, ainda que não mudem.<br />
Mas Greengrass é um novo gigante do cinema. Assume a imundice da história com uma dezena de câmeras de alta resolução.</p>
<p>Clique <a title="Dicas 107" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1724" target="_blank">aqui</a> para ver mais dicas de filmes que estão chegando às videolocadoras esta semana.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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		<title>Nolan arromba nossos sonhos com A Origem</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 05:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>Cinema</category>

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		<description><![CDATA[
Leonardo DiCaprio não é o George Clooney de Onze Homens e Um Segredo, mas lidera um grupo de ladrões cuja especialidade é entrar no sonho das pessoas como se estivessem mergulhando de bungee jump. O negócio é bonito de ver. Temos perspectivas distorcidas, fantásticas luzes e sombras, um mundo anguloso e deformado de temores e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/origem1.jpg" /></p>
<p>Leonardo DiCaprio não é o George Clooney de Onze Homens e Um Segredo, mas lidera um grupo de ladrões cuja especialidade é entrar no sonho das pessoas como se estivessem mergulhando de bungee jump. O negócio é bonito de ver. Temos perspectivas distorcidas, fantásticas luzes e sombras, um mundo anguloso e deformado de temores e ameaça.<br />
E nossos heróis (será que dá pra chamar assim?) navegam sorrateiros pelos labirintos do inconsciente de empresários bem sucedidos, roubam seus segredos e depois vendem no mercado coorporativo. Já pensou se os chefões dos Estúdios de Hollywood tivessem esse poder de roubar as melhores idéias de um artista e só precisassem pagar um bandido mequetrefe para ficar com elas?<br />
Hum, Christopher Nolan, que assina o roteiro e a direção, é inteligente e tem um ótimo senso de humor. Burila muito bem a ideia de roubar o que a gente até aqui acreditava que não podia ser roubado. E o filme entusiasma, mas podia ser ainda melhor se Nolan abrisse mão da obrigação de criar uma cena de ação a cada dois minutos. É completamente dispensável.</p>
<p>Clique <a title="A Origem" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1721" target="_blank">aqui</a> para ler a sequência.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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		<title>O jeito todo especial de olhar de Conrad Hall</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 01:38:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>Blu-Ray</category>

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		<description><![CDATA[
O garoto que espreita o crime aí em cima não é conhecido, mas o filme é admirado. &#8220;Estrada Para Perdição&#8221; é a tentativa de Sam Mendes de fazer um mergulho no universo melancólico dos policiais americanos dos anos 40. É puro cinema noir.  Revi em blu-ray na última noite e mais uma vez fiquei embasbacado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/estradaperd1.jpg" /></p>
<p>O garoto que espreita o crime aí em cima não é conhecido, mas o filme é admirado. &#8220;Estrada Para Perdição&#8221; é a tentativa de Sam Mendes de fazer um mergulho no universo melancólico dos policiais americanos dos anos 40. É puro cinema noir.  Revi em blu-ray na última noite e mais uma vez fiquei embasbacado com o meticuloso trabalho de câmera de Conrad Hall.<br />
É coisa de mestre. O filme é todo construído sobre o jeito de olhar do garoto. A perspectiva de como ele vê o pai (Tom Hanks) e o idealiza, e de como adora o padrinho bonachão irlandês (Paul Newman). O pai ele descobre que é um assassino e o tio, bom este é o chefão impiedoso: manda matar e pergunta depois. Mendes dirige naquele estilo eficiente dele, mas o trabalho de iluminação e câmera de Hall é de outro mundo. A primeira parte é quase toda rodada na penumbra, as personagens envolta do garoto parecem emergir do fundo. Tremendo clima de suspense.<br />
Então a medida que pai e filho se unem para fugir deste passado, Perdição gradativamente ganha luz, as cores vão ficando mais vivas, os personagens vão se desnudando. A consistência visual obtida pelo fotógrafo, permite que Sam Mendes obtenha uma visão bem complexa das personagens.  <br />
&#8220;Perdição&#8221; também tem uma incrível sequência de tiroteio na chuva, onde gângsters dançam alvejados pelas rajadas das metralhadoras, mas não ouvimos os tiros.<br />
A cena é magistral. Triste é saber que foi o canto de cisne de Conrad Hall.<br />
Aliás, sem a fotografía de Hall, Sam Mendes custou pra se reencontrar.</p>
<p>Clique <a title="Estrada Perdição" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1720" target="_blank">aqui</a> para ler a sequência.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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		<title>Miyazaki hipnotiza com seu canto de sereia animado</title>
		<link>http://www.cinelog.com.br/?p=1718</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 14:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>Cinema</category>

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		<description><![CDATA[
Quem está na crista da onda nos cinemas hoje é Angelina Jolie com o thriller &#8220;Salt&#8221;, mas quem verdadeiramente devia estar é essa aquarela borbulhante de Hayao Miyazaki. “Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar”  tem o encanto de um sonho cristalino. A personagem central é uma sereiazinha que não suporta mais viver no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/ponyo1.jpg" /></p>
<p>Quem está na crista da onda nos cinemas hoje é Angelina Jolie com o thriller &#8220;Salt&#8221;, mas quem verdadeiramente devia estar é essa aquarela borbulhante de Hayao Miyazaki. “Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar”  tem o encanto de um sonho cristalino. A personagem central é uma sereiazinha que não suporta mais viver no fundo do mar e sua liberdade explode numa erupção de peixes, trazendo para a terra todo um mundo exótico e colorido. Mas só o garoto Sosuke de seis anos enxerga o milagre das águas, os adultos vêem apenas um maremoto pronto para arruinar suas vidas.<br />
Parece até simples contando assim, mas o devaneio de Myiazaki é exuberante e muito inspirador. É lindo de ver e impossível de esquecer.<br />
Clique <a title="Ponyo" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1717" target="_blank">aqui</a> para ler a sequência.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
</p>
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		<title>As Dicas de DVDs da semana – Edição 106</title>
		<link>http://www.cinelog.com.br/?p=1716</link>
		<comments>http://www.cinelog.com.br/?p=1716#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 15:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>DVD</category>

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Ilha do Medo (Paramount)
Na tradução infeliz para Shutter Island, o filme ganha título de filme de terror, mas não é bem isso que Scorsese nos apresenta. Nesse “Ilha do Medo, um hospício esconde temores sobre a América feliz dos anos 50, que é melhor manter abafado, se você não quiser ficar louco. O policial, vivido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/dvd1061.jpg" /></p>
<p><strong>Ilha do Medo</strong> (Paramount)<br />
Na tradução infeliz para Shutter Island, o filme ganha título de filme de terror, mas não é bem isso que Scorsese nos apresenta. Nesse “Ilha do Medo, um hospício esconde temores sobre a América feliz dos anos 50, que é melhor manter abafado, se você não quiser ficar louco. O policial, vivido por Leonard DiCaprio, chega ao tal sanatório para investigar o misterioso desaparecimento de uma paciente (às vezes Emily Mortimer, outras, Patricia Clarkson), e suspeita que os médicos usam os doentes como cobaias de experiências terríveis. Pior, o mundo fica mais sombrio quando ele descobre que um dos diretores do hospício pode ser um médico nazista, que, olha só, pode estar sendo financiado pelo próprio governo americano.<br />
É um filme apavorante. Scorsese não nos deixa com nenhuma pista segura a seguir. E o hospício vira uma sala de espelhos, onde podemos detectar fantasmas de todo tipo.<br />
O medo do agente de não encontrar respostas racionais para o desaparecimento da paciente, a reticência do diretor do sanatório (Ben Kinglsey) em dar explicações sobre seu trabalho e parecer um monstro, a reserva do médico alemão (Max Von Sydow) em falar de sua origem ou de seu passado.<br />
Vale contextualizar: o filme mostra exatamente o momento em que os sanatórios deixaram o tratamento clássico com métodos de choque (coma insulínico e eletrochoque) e o substituíram progressivamente pelos psicofármacos (cloropromacina, reserpina e seus derivados), que também eram terríveis, sobretudo, porque provocavam efeitos colaterais.<br />
O personagem de Leonard DiCaprio se indigna com os métodos, quer tratar os loucos como pessoas comuns, convence o diretor do sanatório a deixá-lo conversar com os pacientes.  E essas conversas (na verdade, uma tentativa mais leve de interrogar os loucos, que estavam mais próximos da mulher desaparecida) revelam as próprias nuances do que é ser louco.<br />
Se você enxerga uma parede azul e todo mundo teima em dizer que a parede é vermelha, não resista com o azul, porque as pessoas começarão a olhar você diferente.<br />
O jeito de olhar, portanto, é a base central desta “Ilha” de Scorsese.</p>
<p>Clique <a title="Dicas 106" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1715" target="_blank">aqui</a> para ver mais dicas de lançamentos que estão chegando às videolocadoras.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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		<item>
		<title>Blu-Ray de O Senhor dos Anéis: é de deixar consumidor grisalho de raiva</title>
		<link>http://www.cinelog.com.br/?p=1713</link>
		<comments>http://www.cinelog.com.br/?p=1713#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 16:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>Blu-Ray</category>

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		<description><![CDATA[
Você tá velho de esperar a versão estendida de O Senhor dos Anéis?
Então vai ficar grisalho de raiva agora, porque a edição em Blu-Ray que sai essa semana no Brasil desperdiça a chance de usar a tecnologia para trazer todos os recursos que Peter Jackson se valeu para criar sua famosa trilogia.
A edição da trilogia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/bluanel1.jpg" /></p>
<p><strong>Você tá velho de esperar a versão estendida de O Senhor dos Anéis?<br />
Então vai ficar grisalho de raiva agora, porque a edição em Blu-Ray que sai essa semana no Brasil desperdiça a chance de usar a tecnologia para trazer todos os recursos que Peter Jackson se valeu para criar sua famosa trilogia.<br />
</strong>A edição da trilogia “O Senhor dos Anéis” em Blu-Ray vem em três discos, que estão sendo vendidos em separado (por 79,90 cada), ou juntas (por R$ 199,90). Mas de que adianta usar um disco de Blu-Ray, que cabe seis horas de material em alta definição, para colocar apenas um filme e meia dúzia de vinhetas pouco informativas, só pra dizer que agora o produto está disponível nanovatecnologia.<br />
É um disparate. E ele não acontece só no Brasil. Nos EUA nenhum edição em Blu-Ray ganhou nota mais baixa dos consumidores no site de compras da Amazon, que a trilogia de Peter Jackson(veja ilustração acima - mais de três mil deram apenas uma estrela de cotação para o box).<br />
Diz-se que a New Line está segurando a onda pra lançar o filme com farto material, pra pegar o gancho na produção de O Hobbit, que só chegará aos cinemas em 2012.<br />
Independente das justificativas, temos que avisar o consumidor a surpresinha (ou melhor a falta de) que ele vai encontrar depois de pagar e abrir as caixinhas.</p>
<p>Clique <a title="Senhor dos Anéis" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1714" target="_blank">aqui</a> para ler a sequência.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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		<title>Cabocla forte enfrenta Predador</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 01:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hamilton Rosa Júnior</dc:creator>
		
		<category>Cinema</category>

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Schwarzenegger ganhou fama enfrentando predador nos anos 90. Aí Hollywood tentou reeditar o sucesso em três continuações só com o monstro e deu num filme mais pavoroso que o outro. Esse “Predadores” quebra a sequência de ruindades. E tem a brasileira Alice Braga crescendo pra cima dos monstros e também do ganhador do Oscar Adrien [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Cortesia: www.cinelog.com.br" align="top" alt="Cortesia: www.cinelog.com.br" src="http://www.cinelog.com.br/arquivo/predadoralice.jpg" /></p>
<p>Schwarzenegger ganhou fama enfrentando predador nos anos 90. Aí Hollywood tentou reeditar o sucesso em três continuações só com o monstro e deu num filme mais pavoroso que o outro. Esse “Predadores” quebra a sequência de ruindades. E tem a brasileira Alice Braga crescendo pra cima dos monstros e também do ganhador do Oscar Adrien Brody e do Morpheus Laurence Fishburne (lembram dele em Matrix?). Aliás, só dá Alice de mulher em cena. E é divertido ver como o diretor Nimrod Antal distribui as armas. Alice está sempre com as mais pesadas.</p>
<p>Clique <a title="Predadores" href="http://www.cinelog.com.br/?page_id=1712" target="_blank">aqui</a> para ler a sequência ou <a title="TVB comentário predador" href="http://www.tvb.com.br/tvbnoticiascampinas/videos-exibe.asp?v=6185" target="_blank">aqui</a> para ver o comentário no Telejornal.</p>
<p>Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.
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