Para George Clooney, a América permanece em preto e branco

Cortesia: www.cinelog.com.br

Desconfiem de George Clooney. O cara faz pose de mestre de cerimônias da América, mas sempre dá um jeitinho de cutucar feridas em seus discursos. Feridas velhas e feridas novas. Fosse nos anos 50 e iria para fogueira, mas hoje quando nenhuma palavra parece muito definitiva, o homem se beneficia das arestas para transmitir suas mensagens, seja atuando, dirigindo, produzindo ou apresentadondo teletons.
Pessoalmente admiro seu trabalho como ator em filmes como “Amor Sem Escalas”, ou “Queime Depois de Ler”, mas é o produtor (de “Syriana” e “Conduta de Risco”) e o diretor (de “Confissões de Uma Mente Perigosa” e de “Boa Noite, Boa Sorte”) que parecem refletir toda a ironia política em contexto.
Onde acaba o teatro? Onde começa a vida?
Clooney está fazendo essas perguntas sempre nas entrelinhas de seus trabalhos.

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Hamilton Rosa Jr. - Jornalista e Crítico de Cinema, Filmes Nacionais e Estrangeiros, DVDs, Blu-Ray, HD-TV, Entretenimento, Cults, Preview, Estréias, Mostra, Festival.

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